Podem desenvolver alternativas à hospitalização que visem evitar a hospitalização a tempo inteiro ou reduzir a sua duração. Entre estas alternativas: cirurgia ambulatória, telemedicina (tele consulta, tele perícia ou tele monitorização, por exemplo), internamento domiciliário, serviços de enfermagem domiciliária, alojamento temporário em estabelecimentos de alojamento para idosos dependentes; implementam uma política de melhoria contínua da qualidade e segurança da assistência e gestão de riscos visando a prevenção e tratamento de eventos adversos vinculados às suas atividades; encarregam-se da educação e da formação profissional, bem como da investigação científica e médica (hospitais públicos).
Os grupos hospitalares territoriais (GHT) são um sistema convencional, obrigatório desde julho de 2016, entre estabelecimentos públicos de cuidados com a saúde de um mesmo território, através do qual se comprometem a coordenar-se em torno de uma estratégia de cuidado comum e graduada do paciente, formalizada num projeto médico partilhado.
O princípio é incentivar os estabelecimentos de cuidados com a saúde a reunirem as suas equipes médicas e distribuírem atividades para que cada estrutura encontre a sua posição na região. As GHT organizam a complementaridade dos estabelecimentos de cuidados com a saúde, tendo em conta a especificidade de cada um na construção da oferta de cuidados. Permitem organizar melhor o atendimento, território por território, e apresentar um projeto médico que atenda às necessidades da população.